por Guilherme Sousa
Quem se lembra do Chevrolet Sonic, vendido no Brasil entre 2012 e 2014 como hatch e sedã importados da Coreia? Catorze anos depois, o modelo ressurge por aqui na forma de um SUV de entrada, posicionado abaixo do Tracker, e pronto para rivalizar contra Fiat Pulse, Renault Kardian, Volkswagen Tera, Nissan Kait e Honda WR-V. Apontamos cinco pontos em destaque da novidade, que chega nas versões Premier e RS.
- O novo Sonic estreia a nova identidade visual da Chevrolet, enfatizando a nova logomarca mais horizontal e refinada. Não dá para esconder, principalmente na dianteira e traseira, a inspiração no Equinox EV; sua proposta é urbana, marcada pelo teto descendente e vidro traseiro inclinado.
- Herdado do Tracker e do Onix, sua mecânica é 1.0 turbo com injeção direta de 115 cv/18,9 kgfm, mais transmissão automática de seis marchas. Tal combinação de motor e câmbio o faz o SUV mais econômico do país.
- Sua suspensão elevada proporciona 20 cm de vão livre, maior que o do Tracker. É imperativo ressaltar a recalibração da direção elétrica, de modo a ser mais ágil na cidade. Vindo dos elétricos Spark e Captiva, o pacote ADAS Chevrolet Intelligent Driving estreia num modelo de produção nacional.
- Ar-condicionado digital, bancos com acabamento premium, faróis e lanternas full-LED, Virtual Cockpit System (embutindo cluster de 8" e multimídia de 11"), carregamento e pareamento de celular sem fio, porta-malas de 392 litros, conectividade On Star e Wi-fi nativo estão entre os principais itens de série.
- Chega às concessionárias Chevrolet custando R$ 129.990 na versão Premier (focada em sofisticação), e R$ 135.990 na RS (com apelo esportivo e detalhes em preto/vermelho), sem opcionais.
















