por Guilherme Sousa
Se no Brasil o SUV best-seller da Volkswagen é o Tera, no resto do planeta, este papel cabe ao Tiguan. Atualmente na terceira geração, o modelo estreia em nosso solo em versão única, a esportivada R-Line, sem opcionais, ao custo de R$ 299.990, com chegada às lojas em 7 de maio. Mas perdeu a terceira fileira de assentos.Feito na plataforma MQB Evo, a mesma que gerou o Golf GTI, o novíssimo Tiguan possui um visual que muito assemelha com o do Taos, tendo, como principais destaques, grade frontal nas pontas do para-choque, conjunto óptico IQ.Light Matrix Full-LED, rodas aro 19, teto solar panorâmico e logomarca iluminada, tanto na frente quanto atrás.
O interior do Tiguan entrega, entre tantos itens de série, cluster de 10,25", multimídia de 15", assistente de voz, bancos dianteiros elétricos aquecidos, ventilados e com memória, iluminação ambiente com 30 cores, ar-condicionado digital trizona e pacote ADAS. Mesmo sem levar sete ocupantes, o porta-malas tem excelentes 550 litros.
Um mistério que rondava o imaginário, tanto do público quanto da imprensa especializada, foi desvendado: a mecânica. Nesta terceira geração, o SUV usa o 2.0 350 TSi EA888 Evo5, com 272 cavalos (mais potente que Golf GTI) e os mesmos 35,7 kgfm de torque do Jetta GLI. A transmissão é automática de oito marchas, e a tração é integral 4Motion com sistema Haldex (que se ajusta automaticamente ao terreno) e seis modos de condução (Eco, Normal, Sport, Individual, Snow e Off-road).
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