por Guilherme Sousa
Antes de o Haval H9 tirar a liderança do Toyota SW4, o Jeep Commander já havia conquistado tal feito, se considerarmos todos os SUVs de sete lugares. E agora, no novo ano modelo 2027, a americana deixa seu maior utilitário esportivo vendido e fabricado no país mais eficiente nas versões com motor 1.3, enquanto que o bloco Hurricane 4 vira flex.Começamos pela parte motriz. O Commander, nas versões Limited e Overland, quando equipada com o Firefly 1.3 T270 de 176 cv/27,5 kgfm, recebe novo sistema híbrido-leve de 48 volts, recém-estreado nos Renegade Longitude e Sahara. De acordo com a Stellantis, a novidade promete economia de combustível de até 9,4% e reduções nas emissões de CO2.
Na ponta de cima do mundo Commander, ou seja, na versão Blackhawk, a Jeep transforma o motor Hurricane 4 2.0 T400 em flex, mantendo com etanol os mesmos números de potência e torque quando com gasolina: 272 cv/40,8 kgfm, saindo de 0 a 100 km/h em 7 segundos. O motor 2.2 TD450 foi mantido na Overland, e em ambos, têm tração 4x4.
Todas as versões vêm de série com o pacote ADAS nível 2, contendo frenagem automática, detetor de fadiga, assistente de permanência em faixa, etc., central multimídia de 10,1" com Alexa integrada e as novas "Performance Pages" na versão Blackhawk para monitorar dados como pressão da turbina e força G. Outro ganho no modelo foi o novo acabamento "light bar" em black piano em todas as versões.
Na linha 2027, o Jeep Commander vem custando R$ 228.790 na Longitude T270, R$ 255.690 na Limited T270 MHEV, R$ 283.790 na Overland T270 MHEV, R$ 319.990 na Overland 2.2 TD450 e R$ 329.990 na Blackhawk T400. A garantia é de cinco anos, e tem isenção ou redução de IPVA em alguns estados nas opções MHEV.